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Mostrando postagens com marcador Mario Quintana. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Quintanares

 


TÃO SIMPLES
A verdadeira coragem consiste, apenas, em não nos importarmos com a opinião dos outros... Mas como custa!

Mario Quintana

domingo, 1 de setembro de 2013

Quintanares

               "Pensam que estou dormindo. Mas, do meu velívolo,
eu avisto a cidade.
Em cada janela acesa (umas poucas)
um poeta, noite alta, poetando...
Tu dirás que imagino as coisas loucas!
Mas era assim nos tempos da primeira mocidade...Pouso
lá na torre da igreja.
Imobilizo-me.
Vês?
(ou estarei apenas sonhando que faço um poema?)"

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Quintanares

Há noites em que não posso dormir de remorsos por tudo o que deixei de cometer.

Mario Quintana

domingo, 9 de dezembro de 2012

Quintanares



Saudade
''Via você na janela na distância,
na solidão na penumbra do amanhecer.
Via você na noite, nas estrelas, nos planetas,
nos mares, no brilho do sol e no anoitecer.
Via você no ontem , no hoje, no amanhã...
Mas não via você no momento.
Que saudade...

Mário Quintana

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Quintanares



"... as reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho..." Quintana

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Quintanares

"Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta? Em meio aos toros que desabam cantemos a canção das chamas!"
Mario Quintana

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Quintanares

“[...] se eu descobrisse um dia que era a única criatura restante sobre a face da Terra, empregaria o meu longo lazer – não necessariamente a cantar a minha situação única, mas a refazer aqueles meus poemas que não me parecessem ainda ter recebido um adequado tratamento expressivo, isto é, o devido trabalho técnico, ou os que, de tão indizíveis, não me animei até agora a defrontar.” Mario Quintana In: Poesia Completa

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Quintanares



o dia sonolento vai inventando as variações das nuvens...

Mario Quintana - In:"A cor do invisível"

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Quintanares!

Medo da nuvem
Medo Medo
medo da nuvem que vai crescendo
que vai se abrindo
que não se sabe
o que vai saindo
medo da nuvem Nuvem Nuvem...

Mario Quintana

sexta-feira, 21 de outubro de 2011


“No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...”

Mário Quintana

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Quintanares

PRESENÇA
É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
das horas ponha um frêmito em teus cabelos...
É preciso que a tua ausência trescale
sutilmente, no ar, a trevo machucado,
as folhas de alecrim desde há muito guardadas
não se sabe por quem nalgum móvel antigo...
Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.
É preciso a saudade para eu sentir
como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida...
Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato...
E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.
MARIO QUINTANA

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Esses que pensam que existem sinônimos, desconfio que não sabem distinguir as diferentes nuanças de uma cor. - Mario Quintana in:“Caderno H”.

domingo, 26 de junho de 2011

Quintanares


Canção paralela

Por uma escada que levava até o rio...
Por uma escarpa que subia até as nuvens...
Pezinhos nus
Desceram...
Mãos nodosas
Grimparam...

E havia um coraçãozinho que batia assustado, assustado...
E um coração tão duro que era como se tivesse parado...
Um escorria fel...
O outro, lágrimas...
No rosto dele havia sulcos como de arado...
No rosto dela a boca era uma flor machucada...

E até a morte os separou!

Mario Quintana

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Quintanares


"Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente ... e não a gente a ele!"



Mário Quintana

terça-feira, 31 de maio de 2011

encantares


"A noite acendeu as estrelas porque tinha medo da própria escuridão."
- MÁRIO QUINTANA